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No banheiro do Posto de Caminhoneiros

“Sou caminhoneiro, vou ficar hospedado no posto x35 esse mês e gosto de foder gays discretos, sou roludo e tenho muita porra pra você que quer virar putinha nas minhas mãos.”
Dizia o anúncio na internet… há muito tempo que queria realizar esta fantasia de ser possuído por um caminhoneiro tarado.
Depois de olhar vários anúncios por simples curiosidade resolvi dar minha atenção para este, então liguei para o número.
Estava ocupado, liguei de novo e nada…esperei um pouco e quando ia tentar mais uma vez recebo uma mensagem. “ Quem é? me mande mensagem, não posso atender.”
“ Estou ligando pelo anúncio” escrevi tentando ser discreto com as palavras,
“ ok…me diga como você é, o que quer e se possível me mande fotos”
“ Sou juninho,magro 65kg, 23 anos, 1,70 e muito discreto, tenho a fantasia ser ser possuído por um caminhoneiro, gostei das sua fotos no anúncio.”
Escrevi a mensagem e enviei algumas fotos. Depois de alguns longos minutos recebo outra mensagem.
“ Posto da Br 101 , as 23:00, estarei no balcão, calça jeans e camiseta branca, vou fazer você engasgar com minha porra, não se atrase”
Meu pau subiu na hora, fui direto para o banheiro, me lavei, fiz toda a higiene necessária, peguei o carro e fui direto para o lugar marcado.

Cheguei no bar,desses de ponto de parada para caminhoneiro com vários pequenos moteis na beira da estrada e algumas prostitutas andando pra lá e pra cá.

Avistei um homem com as mesmas características no balcão sentei ao lado dele, tremendo de vergonha e nervosismo.
Você é o juninho? pergunta ele.
– sim, sou eu!
Tome esta sacola, vá até o banheiro no fundo do bar entre no primeiro box, vista esta roupa e me aguarde lá. Você tem 10 minutos!
Peguei a sacola e sem olhar para ele me dirigi até o lugar indicado.
Era um box sujo,desses tìpico de um posto de beira de estrada, havia várias pichações e pequenos anúncios do tipo: “ Chupo sua rola” “ Gosto de chupar, ligue para mim” e alguns que eram quase que repetido do tipo “ Estou dando a bunda nesse momento para o Jorjão”
“ Jorjão está me comendo” “ Jorjão está gozando no meu cu nesse exato momento” Estas últimas eram escritas meio que tremidas.
Depois de minha curiosidade com as pichações lembrei que tinha que me preparar. Tirei da sacola umas peças ìntimas femininas e comecei a vestir a roupa.
Uma meia calça preta, um espartilho que apertava minha cintura, um salto alto, uma calcinha minúscula e batom.
Quando termino, ouço alguém entrando no banheiro e derepente, para em frente ao box onde eu estava. Abre de uma só vez e com um celular na mão começa a filmar!
-Não… por favor, sem vídeos!
– Relaxa puta, é para recordação, não mirei no seu rosto! – Você está uma putinha deliciosa, agora senta no vaso e chupa minha rola piranha.
Sentado naquele vaso sujo abaixo o zíper da calça e de repente salta na minha frente uma rola enorme e grossa, muito grossa mesmo.
Chupa!! Ordenou ele, já empurrando com uma das mão sua rola direto para minha garganta enquanto com a outra mirava o celular para minha boca.
Que boca gostosa viadinho, que bunda lisinha você tem…ficou perfeita vestida de puta, você praticamente nasceu para isso…. haaaa… que boca gulosa… vai ser minha vadia daqui pra frente…vou transformar a sua vida…vai ficar viciada em rola…haaa
Falava enquanto fodia minha boca. meu tesão estava a mil, meu pau estava doendo apertado dentro daquela minúscula calcinha.
Então ele tira a rola da minha boca e começa a colocar, com muita dificuldade a camisinha,
vi que ela só tinha ido foi até a metade do seu cacete, fiquei preocupado de ela sair e ficar no meu cú..
Agora vira e fica de quatro em cima do vaso!

Me virei e com dificuldade me equilibrava com a bunda empinada para o meu macho.
Colocou a calcinha de lado e começou a me penetrar, doía um pouco e pedi para ir com calma.
Cala a boca vadia… relaxa que vou atolar minha rola no seu cú! E deu um tapa enorme na minha bunda que quase me desequilibrou naquele vaso.
E meteu…meteu de uma só vez… senti um dor enorme mas ao mesmo tempo um tesão que nunca havia experimentado na vida… servindo aquele macho sem que ele se importasse se estava doendo ou não, a sensação de estar ali vestido com roupas femininas, como uma puta, sendo fodido com força era maravilhoso. O meu papel era apenas de dar prazer para ele, sem se importar comigo, sem se importar com a dor, tinha apenas que aguentar calado enquanto ele sentia o seu prazer, era ele quem tinha que gozar, eu tinha apenas que ficar calado e aguentar até a hora que ele quisesse.
Em um momento colocou o celular encostado na pia virado para mim, segurou bem forte na minha cintura com as duas mão e começou a socar, alternado entre tapas e xingamentos.
Eu apenas me equilibrava no vaso e empinava minha bunda o máximo que podia.

Toma sua puta! Dizia sem se importar se tinha mais alguém no banheiro. – aperta minha rola com seu cuzinho vadia!
Agora levanta seu viado, encosta a mão aí na parede e empina essa bunda o máximo que você conseguir!
Fiquei com as pernas abertas me apoiando na parede e empinei minha bunda o máximo que pude, ele encostou sua rola e meteu de uma só vez. As vezes eu colocava a mão por baixo para saber se a camisinha tinha saído, e não conseguia sentir ela.Mas quando ele tirou sua rola de uma vez para me tar tapas, vi que ela ainda estava lá, enrolada quase na altura da cabeça.
Espere por favor…concerte a camisinha!

Ele nem ligou e enfiou de novo sua rola e ia dando vários tapas na minha minha bunda que devia esta vermelha a essa hora.
Comecei a gemer auto e ele segurou minha cabeça e ficou pressionando no azulejo do box enquanto que metia no meu cú.
Toma essa caneta, escreve ai no azulejo: “Estou dando o rabo neste momento para o Jorjão”. e assina o seu nome
Peguei a caneta e comecei a escrever com a letra toda torta enquanto ele metia a rola com mais força ainda, e li também mais umas 5 ou 6 frases deste tipo, todas com nome do Jorjão e a assinatura da vítima que ele tinha arrombado o cú naquele mesmo local.
Pronto vadia, agora você faz parte do clube dos cuzinhos que eu arrombei aqui!
Toma puta ordinária… vou gozar!
Neste momento ele tira o cacete do meu cú, pega minha cabeça e me faz ajoelhar.
Abre a boca puta…engole meu caralho para sua boca se acostumar com o que vai vir!
Ele segura minha cabeça e enfia sua rola com toda força que entra até a garganta.

Comecei a engasgar com a quantidade de porra e ele diz:
não vai engasgar agora puta, primeiro você vai engolir toda a minha porra…toma…
Nisso ele começa a foder minha boca da mesma maneira que estava fodendo meu cu.
Enquanto isso percebo que quando ele tirou a rola do meu cu, não o ví tirando a camisinha.Devia ter ficado lá dentro.
Alguns minutos fudendo minha boca Jorjão anuncia o gozo.
haaaa….toma meu leite vadia….toma minha porra….engole tudo e não deixa cair nada…tomaaa
Sinto uma quantidade enorme de porra descendo direto pela minha garganta, sinto cada jato entrando com força e permaneço imóvel, apenas esperando ele terminar.
Pronto…agora você está alimentado, coloque sua roupa por cima da lingerie e pode ir para casa seu viadinho!
Jorjão veste sua calça, limpa seu pau na minha cara e sai do box sem falar mais nada, eu fico um tempo ali no chão com o cú ardendo e um gosto de porra na boca.
Enfio o dedo no meu cú e tiro a camisinha que tinha ficado lá…estava intácta….meu tezao esta a mil…coloco ela do avesso e começo a chupar sentindo o gosto do cacete do jorjão.
Depois tomado pelo tezão incontrolável enfio a camisinha no meu cu de novo e saio do banheiro com ela lá dentro.

Ao sair… percebo o Jorjão no balcão tomando uma cerveja e quando passo do seu lado em direção a porta ele me dá um tapa na bunda e diz:
Vai viadinho… Vaza logo daqui…e fica esperto…. quando eu quizer fuder de novo eu te mando uma mensagem!

Entrei no carro e fui para casa..com o cú ardendo e a porra de Jorjão meio seca na boca.

Um Caminhoneiro no meu Caminho

No final de 2008, depois de mais três de anos sem férias em meu consultório odontológico, consegui, finalmente, programar umas semanas de folga e decidi conhecer as praias do litoral sul de Santa Catarina. Chegando num município situado a uns 90 quilômetros ao sul de Florianópolis me encantei por uma das pequenas praias onde a mata atlântica e o mar conviviam quase intocados num cenário repleto de lagoas rasas, desembocaduras de rios e dunas de areia ainda pouco ocupadas. Aluguei uma casa de caiçaras e me pus a explorar as redondezas nos dias que se seguiram. Gostei tanto do lugar que durante uma conversa com um pescador soube que havia alguns terrenos à venda e acabei fechando negócio com um lindo lote a umas poucas centenas de metros da praia, próximo a um rio pouco profundo, onde à noite se podiam ver os pescadores armando as iscas para pescar camarão.
Entusiasmado com a aquisição, assim que retornei a São Paulo, comecei a traçar os planos para a construção de uma casa onde pudesse passar os verões. Iniciando o ano de 2009 também se iniciaram as obras o que me obrigava a viajar uma vez por mês para ver como as coisas se desenrolavam e para efetuar os pagamentos dos pedreiros e fornecedores.
O que vou relatar ocorreu numa destas idas à Santa Catarina em meados de abril de 2009. Num inicio de tarde de quinta-feira saí de São Paulo pensando pernoitar em Curitiba e seguir viagem no dia seguinte até meu destino final. Havia três dias que chovia quase que diariamente, mas naquela tarde a chuva havia dado uma trégua e peguei a BR 101 sob nuvens escuras, mas já completamente seca. Tudo ia bem até que, próximo à divisa com o estado do Paraná, meu carro teve uma pane elétrica e me vi à beira da rodovia sem ter o que fazer, uma vez que não entendia absolutamente nada disso.
Fiquei pouco tempo parado no acostamento antes duma carreta parar e um solícito caminheiro vir andando em minha direção para prestar auxílio. O homem jovem que se aproximava a passos firmes e decididos era muito bem constituído, Ttnha mais de 1.85m de altura, ombros largos e músculos muito bem torneados, como pude observar por seus enormes bíceps, já que estava sem camisa. Vinha com um amplo sorriso estampado no rosto e barba bastante cerrada por fazer. Expliquei o que havia acontecido e constatado que realmente nada poderia ser feito ali, perguntei se ele não poderia me dar uma carona até um posto de abastecimento ou socorro mecânico mais próximo. Ele me explicou que o próximo posto ficava a uma boa distância e seria imprudente deixar meu carro no acostamento e, no total controle da situação, começou a parar outros caminhoneiros para que o ajudassem a colocar meu carro dentro do baú da sua carreta, pois estava viajando com pouca carga e meu carro estaria mais seguro ali. Além do que, ele poderia me deixar em um local com mais recursos que um posto de beira de estrada. Aceitei sua oferta e, depois de havermos carregado e fixado meu carro dentro do baú com a ajuda de outros caminhoneiros, subi com ele na boleia do caminhão e seguimos viagem.
Ele era um sujeito simpático, muito extrovertido e, depois de me interrogar sobre meu nome, minha vida, minha profissão, para onde estava indo e outras tantas coisas, me disse que seu nome era Carlos, mas que o chamavam de Carlão. E ainda, que era o caçula de três filhos de uma família descendente de italianos e, em sociedade com os irmãos estava iniciando uma transportadora na cidade de Vacaria no Rio Grande do Sul onde residia, por isso ainda estava precisando dar uma de caminhoneiro até que as coisas melhorassem. Enquanto conversávamos, eu me sentia como que pelado a cada olhada que ele me lançava. Cheguei a pensar que talvez estivesse com o rosto sujo de graxa por ter mexido no carro ou qualquer outra coisa do gênero, tal era a voracidade e interesse que o olhar dele deixava transparecer. Aos poucos percebi que ele mapeava cada centímetro do meu corpo e fui ficando meio sem graça. Deveríamos ter mais ou menos a mesma idade, só que eu não tinha o mesmo corpão atlético que ele. Sou alto, do tipo longilíneo sem, no entanto, ser magro. Tenho coxas bastante grossas, tronco e braços muito lisos, uma bunda volumosa e um rosto angelical emoldurado por cabelos castanhos muito claros que fazem um par atraente com meus olhos verdes. Sempre fiz muito sucesso tanto entre as mulheres quanto junto a alguns homens, claro que sempre àqueles que esbanjavam masculinidade, como era o caso do Carlão. E, meu interesse, mais do que em mulheres, desde a adolescência recaía sobre eles. Sem dar nenhuma demonstração por minha preferência fui, contudo, sempre muito assediado por alguns colegas no colégio e na faculdade e, também com eles, tido minhas primeiras experiências sexuais. Portanto, aquele olhar guloso sobre mim acabou tendo um efeito positivo, pois me senti lisonjeado e me mostrei mais espontâneo à medida que o tempo passava.
Alguns quilômetros adiante tivemos que parar na pista num extenso congestionamento, devido a uma queda de barreira que bloqueava completamente o trânsito, causada pelas chuvas dos dias anteriores. Já anoitecia e não havia nenhuma previsão de quando poderíamos continuar a viagem. E, o que nem suspeitávamos naquele momento era de que teríamos mais de 38 horas pela frente antes que a rodovia voltasse a ficar trafegável. Sempre fui muito precavido, e apesar do percurso entre São Paulo e Curitiba poder ser feito em algumas horas, me abasteci de água e frutas e outros alimentos. Por este aspecto, estávamos, portanto, tranquilos.
Toda essa situação, aliada à empatia que surgiu entre o Carlão e eu, fez com que nesse pouco tempo já estivéssemos bastante descontraídos um com o outro e, eu diria até, íntimos, devido ao confinamento dentro da boleia do caminhão. Em dado momento o Carlão se voltou para mim e disse:
– Você já teve algum relacionamento mais íntimo com um homem? – fiquei vermelho na mesma hora, denunciando meu passado sexual.
– Já! – consegui balbuciar, meio tímido.
– Sou tarado por carinhas como você. – ele confessou, muito seguro de si.
– Como eu, como? – perguntei.
– Com esse corpo escultural e jeito meigo e tímido de ser. – ele completou.
– Você tem alguém? – ele indagou em seguida.
– Não. Foram poucas transas que apenas me permitiram saber do que eu gosto. – acabei explicando.
– E do que você gosta exatamente? 
– De homens decididos, com boa pegada, que me deem uma sensação de segurança. – respondi. 
– Quando parei para te socorrer senti um baita tesão assim que coloquei meus olhos em você. Depois ao te ver meio perdido na situação e desprotegido fiquei mais maluco ainda. Para completar estou numa puta fissura, pois há dias que estou me contentando apenas com umas punhetas. – Nisso ele apontou para o enorme volume que distendia o jeans que estava usando. Parecia que um salame estava enfiado ali debaixo.
Encabulado, fiquei sem ação tentando mudar o rumo da conversa quando ele se aproximou de mim, colocou uma mão sobre a minha coxa e a outra na minha nuca me puxando para junto dele e me beijando a boca com força. 
Não ofereci nenhuma resistência, deixando seus lábios se colarem aos meus e, sua língua penetrar minha boca à procura da minha. Enquanto nossas salivas se mesclavam, minha respiração começou a ficar ofegante e um calor abrasador aflorou à minha pele. A mão que estava na minha coxa passou a tatear por baixo da minha camiseta ao redor da cintura seguindo para as costas e depois para um dos meus mamilos. Nossas bocas continuavam seladas enquanto seus dedos apertavam e torciam meu mamilo. Um desejo de abrir os poros da minha pele e todos os demais orifícios, para que ele pudesse penetrar por eles, percorreu todo meu corpo. Ele tirou minha camiseta, abocanhou meu mamilo torturado e intumescido, mordendo-o e chupando-o com certa brutalidade. Minhas mãos, que até aquele momento tateavam perdidas no ar e pelo acento tentando dar sustentabilidade ao meu corpo, afagavam sua cabeça mantendo-a colada ao meu peito numa demonstração evidente de receptividade e aconchego. Ele ficou alguns minutos ali alternando entre um mamilo e outro lambidas, mordiscadas e fortes chupadas que deixavam as marcas de sua boca nos meus peitinhos inchados. Eu fui me reclinando para trás enquanto suas mãos se concentraram na abertura e descerramento da minha calça e cueca.
– Que tesão de coxas grossas e bunda arrebitada você tem! E tão lisinhas que parecem esculpidas! – Ele balbuciou enquanto as palpava com as mãos.
Eu já não me continha mais vendo aquele macho todo excitado sobre mim, me desejando como se eu estivesse no cio. Abracei novamente o torso nu e o beijei demonstrando que queria servi-lo como uma fêmea serve seu macho. Enquanto ele tirava suas calças eu terminei de tirar as minhas e ele me empurrou para o estrado que servia de cama atrás dos acentos. Deitado de costas ele montou em mim colocando sua pica retona, grossa e bem cabeçuda diante do meu rosto. À visão daquela vara de carne cheia de veias dilatadas e do cheiro viril que ela exalava, senti meu cuzinho piscando de desejo e tentei enfiar o mais que pude daquele cacete enorme na boca, apertando-o com gula e tesão. Passei a lambê-lo com a ponta da língua da cabeça ao saco onde dois grandes testículos se moviam pesadamente à medida que o saco se acomodava à minha boca insaciável. Como era bom sentir o toque aqueles bagos quentes e peludos e saber que estavam cheios de um néctar pelo qual eu tanto ansiava e, cujo cheiro eu já podia sentir, pelo líquido claro e viscoso que começou a sair daquele buraquinho que encimava a glande lustrosa onde fui sorvê-lo mansamente. Eu podia ouvir os gemidos de prazer que o Carlão soltava enquanto eu, tão carinhosamente, cuidava do seu órgão. Suas mãos prendiam minha cabeça, provavelmente para evitar que eu me afastasse dele e interrompesse aquele afago antes que ele pudesse encher minha boca com sua porra. No entanto, eu não tinha a menor intenção de largar aquela delicia e, procurando com meu olhar o rosto dele, tentava adivinhar quando ele faria jorrar na minha boca o que eu tanto queria. Não demorou muito para que meu desejo se realizasse, o primeiro grande jato me fez engasgar de tão abundante, para manter a respiração engoli o que pude, mas o segundo jato me inundou antes disso, seguido por mais uma porção deles e foi inevitável que alguma porra escorresse pelo canto da boca. A porra do Carlão era leitosa, espessa e pegajosa com um delicioso sabor amendoado e um cheiro másculo de virilidade. Sorvi até a última gota, lambendo a glande e depois os dedos do Carlão que havia recolhido aquilo que escorrera e me oferecido para saborear.
– Tá gostando da porra do teu macho? – ele perguntou visivelmente satisfeito com minha atitude.
– Muito! Como é deliciosa e máscula! – respondi com um sorriso maroto.
– Tem muito mais de onde veio esta e ela será toda sua, basta você se entregar inteiro pra mim. – ele acrescentou confiante.
– Não quero outra coisa no momento. – completei.
Percebemos um movimento de pessoas próximo ao caminhão e procurei rapidamente colocar as calças, no que fui seguido pelo Carlão que, enquanto se vestia, passou para o banco do motorista e dali descendo do caminhão. Eram dois policiais rodoviários dando conta que o bloqueio continuaria por, no mínimo, um dia e meio e que os motoristas deveriam colocar seus caminhões no acostamento da pista. Após me recompor, às presas, também desci me juntando a eles. Os dois policiais tinham por volta de 35 anos, atléticos e bastante musculosos além de braços bem peludos. Ao me verem se aproximar, notei que me avaliavam com safadeza e tesão. Na pressa não coloquei a camiseta e, um dos meus peitinhos, ainda bastante inchado por ter sido avidamente chupado, tinha uma marca deixada pelos dentes do Carlão, além duma área arroxeada. Obviamente fiquei vermelho e sem graça. Essa timidez parece que inflamou ainda mais o tesão dos dois, que viam ali uma espécie de cordeiro indefeso. O que estava mais próximo de mim não conseguiu esconder esse tesão que fez aumentar um volume já enorme, sob as calças, entre as grossas pernas. Não tenho dúvidas de que os dois sacaram imediatamente o que havia acontecido entre o Carlão e eu. Além de não demonstrarem estranheza, parece que acharam que talvez algo pudesse rolar com a participação deles. Começaram a puxar conversa e foram se ficando, sempre com os olhos postos sobre mim numa atitude de cobiça e desejo, as mãos frequentemente ajeitando os paus que teimavam em não encontrar uma posição confortável dentro das calças, uma vez que queriam sair daquele confinamento e endurecer livremente. Desconfortável com a situação, aleguei que estava esfriando e, me virei para ir buscar a camiseta, ante a visão da minha bunda carnuda, os dois trocaram olhares que não passaram despercebidos do Carlão.
– Fica dentro da boleia! – ele ordenou com voz possessiva e autoritária, protagonizando uma cena de ciúmes, que os policiais entenderam como sendo o fim de suas expectativas.
O Carlão tratou de despachá-los providenciando a manobra para colocar a carreta no acostamento. Assim que os policiais estavam distantes o bastante para não conseguirem notar o que se passava na cabine ele tornou a me empurrar com força de bruços sobre o estrado e, arrancando as minhas calças, começou a morder minhas nádegas e a passar a mão no meu reguinho, sondando com os dedos a portinha do meu cú.
Minha respiração voltou a ficar ofegante e o tesão a se apossar de mim à medida que aquele dedo tateava pela minha entrada apertadinha.
– Quero esse cuzinho! – ele disse.
– Ele é seu! Eu todo sou seu! – respondi.
Ele voltou a colocar a cara entre as nádegas e metendo a língua no meu cu, começou a me lamber com sofreguidão e vorazmente. Eu comecei a gemer de tanto tesão ao sentir a fissura que aquele macho estava para me ter, para foder aquele cuzinho tenro. Ele começou a se deitar sobre mim e, liberando o cacete muito duro de dentro das calças, passou a pincelá-lo no meu rego, melando-o com a baba abundante que saía da sua pica. Não demorei a sentir a pressão que ele exercia na minha portinha estreita, fiquei apreensivo sabendo que ia doer bastante.
– Não quero te machucar! Abre pra mim, abre! – ele sussurrou ao meu ouvido.
Um arrepio gelado percorreu minha espinha de cima abaixo e, quando chegou ao ânus, eu o franqueei para que ele me penetrasse. A enorme glande afundou entre as minhas pregas rasgando-as.
– Aaaaaai!! – gritei submisso e dolorido.
Ele continuou a exercer pressão enterrando a pica no meu cuzinho e dilacerando minhas entranhas até que as bolas dele estavam coladas ao meu cu arregaçado. Sua rola quente latejava aconchegada dentro de mim e, enquanto tentava relaxar senti o Carlão iniciando os movimentos de vai e vem que tornaram a aumentar minha dor e meu prazer. Eu sentia cada veia saliente de seu membro, cada centímetro, cada contorno de sua anatomia que esfolava a mucosa das minhas entranhas. E, apertando meu cuzinho, tentava acalentar aquele macho sedento. Ele urrava de prazer e satisfação.
– Esse cuzinho é meu! Você é meu, só meu! Sua cadelinha gostosa! – ele pronunciou entre gemidos.
– Ninguém mais vai te comer, só eu! Eu agora sou teu único macho! Não quero ver ninguém botando olho guloso em você. É a minha pica que vai mandar nesse cuzinho! – ele acrescentou.
– Minhas pregas estão em brasa e eu quero você como meu macho. Quero ser sua fêmea, sua cadela, seu cúmplice, seu tudo! – balbuciei me entregando.
Os movimentos de vaivém foram ficando mais curtos e rápidos, as estocadas cada vez mais fortes e profundas faziam doer todo meu baixo ventre. Eu sentia a pica do Carlão ficando mais dilatada e grossa. Me puxando pela cintura com força ele a enterrou até o talo e gemendo começou a gozar. Os jatos de porra escorriam dentro de mim me inundando de prazer. Meu homem estava satisfeito e isso era tudo que me importava naquele instante. Antes de relaxar constatei que havia gozado sem nem a menos ter tocado no meu pau. Era a felicidade suprema. Ele permaneceu um longo tempo deitado sobre mim, o peito peludo roçando minhas costas, seus braços fortes me abraçando me fizeram sentir seguro e eu soube naquele momento que o Carlão era alguém especial para mim. Precisei limpar o sangue e o excesso de porra que molhavam meu rego com lenços umedecidos que estavam na minha bagagem. A me ver delicada e cuidadosamente fazendo isso o Carlão disse que sentia ainda mais tesão me vendo tão frágil e marcado pelo coito.
Nem sei ao certo quantas vezes transamos naquela noite e durante o dia seguinte até que, passado das 05:00 horas da manhã de sábado, o trânsito foi liberado em meia pista e nossa viagem pode continuar. Estava com o cu muito dolorido e tinha dificuldade de arrumar uma posição para sentar, mas olhava para aquele macho contente como se ele fosse parte de mim. E, pelos cuidados e carinho com que me tratava percebi que eu não era mais um estranho a quem ele havia socorrido e dado carona. Conseguimos chegar numa concessionária em Florianópolis pouco antes do final do expediente, onde deixei meu carro e fiquei sabendo que só na quinta-feira seguinte pela manhã o serviço estaria concluído, uma vez que dependiam da chegada de uma peça. O Carlão me levou até a pousada onde eu costumava ficar quando ia inspecionar a obra. Convidei-o a ficar uma vez que teríamos o domingo pela frente e eu poderia lhe mostrar como o lugar era lindo.
– Bem que eu gostaria, mas não posso! Tenho uma namorada em Vacaria e preciso seguir viagem. – ele confidenciou enquanto observava minha reação.
– Ah! … Está certo! … É uma pena! – as palavras não vinham, mas curiosa e estupidamente meus olhos ficaram úmidos, sem que eu pudesse controlar essa reação, tive raiva de mim mesmo por estar bancando o imbecil. Era óbvio que um homem como aquele não estava sozinho.
Estávamos sós numa varanda donde se avistava o mar e por alguns instantes ficamos olhando o horizonte sem dizer palavra.
– Bem! Preciso ir andando. – ele finalmente disse, quebrando o silêncio e me puxando para junto de si. Me abraçou demoradamente com força e, sutil e disfarçadamente me beijou o pescoço.
Não consegui dizer nada. Um nó havia se formado em minha garganta. Apenas acenei enquanto ele se afastava. Foi um longo final de semana.
Na segunda-feira fui logo cedo tratar dos assuntos que faziam parte da rotina destas minhas visitas, depois fiquei na obra até anoitecer. Os outros dois dias também foram parecidos embora com menos atividades e, no final da tarde do último liguei para a concessionária para verificar se poderia retirar meu carro e em seguida retornar a São Paulo. Como a resposta foi afirmativa, me programei para sair logo pela manhã do dia seguinte.
Enquanto tomava café um funcionário da pousada me disse que havia uma pessoa esperando por mim na recepção. Pensei que se tratava de alguém relacionado com a obra e fui até lá para ver do que se tratava. Assim que entrei no saguão da recepção, vi o Carlão próximo a uma das janelas que davam para o mar, apreciando a paisagem. Meu coração disparou e meus passos se alargaram querendo cobrir o espaço que nos separava com a maior rapidez. À minha aproximação ele se virou e abriu os braços e um largo sorriso para me receber, me apertando em seguida junto ao peito quente e acolhedor.
– Bom dia! Surpreso? – ele disse ainda sorrindo.
– Muito! Não esperava por você. Para ser sincero, achei que nunca mais o viria. – falei eufórico.
– Vim te buscar para irmos buscar seu carro. – ele continuou.
– Estou muito feliz e grato com seu cuidado por mim. – disse enquanto tornava a abraçá-lo.
– Sou teu macho e vim zelar pelo que é meu. – ele disse em voz baixa.
– Te adoro por isso. – sussurrei em seu ouvido, lambendo em seguida disfarçadamente sua orelha.
– Não brinca assim! Olha quem está começando a ficar nervoso aqui em baixo só de sentir o toque da sua pele. – ele acrescentou apontando para o cacete que já criava uma grande saliência na calça.
Pouco mais de uma hora e meia estávamos na concessionária em Florianópolis retirando meu carro. Só de pensar que em poucos minutos eu estaria me despedindo do Carlão novamente sentia um aperto no peito e uma enorme tristeza. No entanto, ao finalizarmos o pagamento do conserto e nos prepararmos para sair dali, ele me encarou e disse:
– Agora vamos concretizar aquele seu convite de passarmos o fim-de-semana juntos. Temos três dias pela frente e eu vou usar e abusar desse seu corpão tesudo, quando você voltar para São Paulo vai estar todo marcadinho por teu macho.
– Não há nada que eu mais queira do que ter meu corpo entregue a você. Sou todo seu e quero te satisfazer em todos os sentidos, meu querido! – respondi eufórico por poder ficar junto dele.
Nos hospedamos numa pousada que estava quase vazia por não ser temporada e estarmos num dia de semana. Enquanto ajeitávamos nossas coisas no quarto um assunto rondava meus pensamentos e acabei perguntando:
– Sua namorada não vai reclamar de você se ausentar outra vez em poucos dias?
– Não! Mesmo por que não existe mais namorada. Terminei com ela no final de semana passado. Foi por isso que não pude ficar com você. – ele respondeu, se voltando para mim e me abraçando com força contra o peito.
– Minha namorada agora é você! – acrescentou me olhando fundo nos olhos.
Fiquei sem ação, sem palavras, com os olhos úmidos e o beijei na boca com volúpia e carinho. Minhas pernas tremiam e meu cuzinho piscava enquanto a língua dele me penetrava à procura da minha. Ele ia tirando minha roupa e suas mãos deslizavam por todo meu corpo incendiando minha pele que ele passou a lamber e a mordiscar num desejo que o deixava louco de tesão. Ele me deitou sobre a cama, já totalmente nu, deitando aquele corpão enorme sobre mim, enquanto eu abraçava e acariciava suas costas e nuca. Comecei a tirar a camiseta dele e a enfiar a ponta dos meus dedos em suas costas à medida que nossas línguas se lambiam mutuamente. Ele começou a tirar as calças fazendo saltar fora o cacetão que crescia ainda mais quando se encontrou livre, se aproximou do meu rosto e esfregou a pica nele. Abocanhei-o latejante e babando líquido prostático, lambi e chupei gulosamente olhando para cima para ver como ele se deliciava com aquilo. Uma das minhas mãos massageava o sacão peludo tateando e brincando com seus bagos intumescidos, que eu sabia estarem cheios daquilo que eu queria dentro de mim. Ele abriu minhas coxas, acariciou minhas nádegas e enfiou o dedo no meu cuzinho piscante, me fazendo soltar um gemido. Senti-o metendo a cabeça entre as minhas coxas e em seguida a língua dele lambendo e umedecendo minhas preguinhas. Eu me entregava àquela sensação de prazer sabendo que ele queria entrar ali, alojando seu membro teso para sentir minhas pregas quentes envolvê-lo completamente. De joelhos na cama e segurando minhas pernas abertas e bem afastadas ele aproximou a cabeça do cacete da porta do meu cuzinho e exerceu uma ligeira pressão, à qual eu respondi empinando a bunda e relaxando os esfíncteres para franquear a entrada daquela tora de carne latejante. Foi só na quinta tentativa e, com ele guiando o cacete com uma das mãos, que ele conseguiu vencer a resistência do meu esfíncter anal, rasgando pregas e enchendo meu cu com aquele volume que ia se afundando nas minhas entranhas sem que eu pudesse fazer nada a não ser liberar um grito de dor e envolvê-lo numa travada que dei apertando-o com as coxas. Ele soltou um gemido de prazer e a pica deu uma empinada dentro do meu cu. Abri meus braços em direção a ele pedindo para que deitasse todo o tórax sobre mim para poder afagá-lo e beijá-lo. Abriguei-o em mim enquanto ele terminava de atolar o pau deixando apenas as bolas se comprimirem contra a entrada do meu cuzinho.
– Te adoro, meu macho gostoso! – murmurei enquanto lambia sua orelha e acariciava seus cabelos na nuca.
Ele começou um movimento de vaivém espaçado e lento no qual a pica deslizava nas minhas entranhas roçando e esfolando a mucosa, foi aumentando o ritmo arrancando gemidos dos meus lábios cada vez mais altos e frenéticos. Era uma sensação maravilhosa o prazer que aquele cacete quente provocava ao me dilatar todo, doía muito, mas ao mesmo tempo me enchia de felicidade por ver que o Carlão se satisfazia entre minhas pregas apertadas. Depois de algum tempo ele sacou a pica do meu cuzinho, me colocou de quatro e tornou a socá-la lá dentro. As estocadas se sucediam rápidas e profundas, todo meu baixo ventre se contraía de dor em reação àquele membro, que duro como rocha, começou a se avolumar cada vez mais. Eu sentia que estava rasgando por dentro quando os jatos de porra pegajosa encheram meu cuzinho e o excesso escorreu pelo rego, enquanto ele urrava de prazer. 
Nem preciso dizer que, o restante do tempo, passamos nos amando, entre curtas saidinhas para as refeições e algumas caminhadas. Minha casa na praia está pronta e hoje moro em Vacaria com o Carlão. Jamais poderia supor que minha felicidade estaria num encontro com um caminhoneiro à beira de uma rodovia.

O caminhoneiro cacetudo

 O que vou contar aconteceu comigo , bom tenho 19 anos .sou loirinho tenho olhos azuis pele clara . há cinco anos atraz eu morava perto de um posto de gozolina onde varios caminhoneiros parava para dormir , como eu estudava do outro lado sempre tinha que atravessar o posto pra chegar até o colégio , até entao nesta epoca eu era completamente virgem , tinha meus desejos de ficar com homens mas nao passava so de desejo , um dia estava voltando do colegio e resolvi parar no posto para ficar observando os caminhoes que ali parava , andei por varios lugares do posto , e resolvi entrar no banheiro . ao entrar tinha ums tres homen la dentro , um estava saindo com uma toalha pendurada no ombro , e persebi que tinha outros tomando banho pois fazia barulho de chuveiro . fiquei no lavatorio fingindo que estava lavando minha mao , escutei um dos chveiros desligar e a porta do banheiro abrir , ao olhar pra traz meu coraçao desparou e minha perna ficou bamba , fiquei totalmente sem açao . vi um coroa ele devia ter uns 40 anos por ai de barba e pelado ele estava se enxugando . ele percebeu como eu tinha olhado , mas nao falou nada pegou a toalha e começou a secar seu pau . nossa eu nao estava conseguindo sair do lugar . eu nunca tinha visto um pau de outro homem antes e o dele mesmo mole era grande , ele olhou pra mim e sorriu .. vestiu uma bermuda e saiu .. e eu continuei ali . o outro chuveiro tambem desligou . e eu me virei de costas pra ninguem perceber . saiu outro coroa este tinha bigode era branco grandao deveria ter tambem uns 40 anos . no lavatorio tinha um espelho onde eu podia ver tudo , ele estava com a toalha enrolada na cintura . ele mexeu em uma bolsa q estava pendurada tirou uma cueca azul de dentro dela . e olhou direto pro espelho e me viu olhoando ele . ele começou a asoviar . e tirou a toalha e começou a se secar , e sempre olhava pro espelho . ele pegou no seu pau e ficou balançando ele . nossa neste hora pensei que meu coraçao iria sair pela boca . fiquei com medo mas nao conseguia sair dali . e ele muito sacana ficou pegando no pau dele e olhando pra mim . nunca tinha visto um pauzao daquele . o pau dele tinha ficado meio duro . ai ele vestiu a cueca colocou uma bermuda e foi ate o lavatorio , começou a lavar suas maos e me perguntou . oque faz aq ?? eu gagueijando disse vim lavar minhas maos . e ele falou , mas tem mais de 20 minutos que vc ta aqui . eu estava te vendo pelo buraco da porta .. eu fiquei gelado .. e sem açao . ele chegou perto de mim apertou minha bunda e falou .. esta bundinha ja levou ferro ?? eu nao conseguia falar so balancei a cabeça dizendo que nao .. ele deu um sorriso e falou . quer levar ferro nesta bundinha ?? nesta hora meu coraçao foi a mil . balancei a cabeça dizendo que sim ,, mas nen sabia oque estava dizendo , pois estava completamente , paralizado . ele falou no meu ouvido vou sair e vc me segue até meu caminhao . vou dar uma mamadeira pra vc . e saiu . eu joguei agua no meu rosto e pensei em ir embora , mas minha vontade era maior , e resolvi ir . quando sai do banheiro ele estava parado na porta de um caminhao grande vermelho , e fez sinal pra mim . fui até la , entrei ele fechou a porta e foi arrumando as cortinas do caminhao . eu estava gelado . ele tirou e bermuda e ficou de cueca . e disse pra mim tira este short fica peladinho que vou te dar um trato . ai eu falei que nunca tinha feito aquilo . ai ele falou mas voce quer ?? eu balancei a cabeça dizendo que sim . ai ele pegou minha mao pois no pau dele e disse olha o tamanho da sua mamadeira tirou a cueca e eu vi um pau imenso que mal cabia na minha mao , e ele disse mama gostoso . eu sem jeito coloquei minha boca no pau dele e ele começou a gemer e forçava minha cabeça pra baixo e fui chupando chupando até q ele parou e falou deita aq de bundinha pra cima deixa eu ver seu cuzinho . deitei e ele abriu minha bundinha e falou nossa mas que cuzinho lindo todo rosinha hummmm . e começou a passar a lingua nossa foi a sensaçao mais deliciosa q eu ja tinha sentido , ele lambia meu cuzinho e falava . hoje voce sai daq sem seu cabacinho vou arrombar este cuzinho lindo . hoje voce vai ser minha putinha . ele falava isso e eu ficava com mais medo doq ja estava .. ai ele pegou um gel q estava embaixo do banco passou no meu cuzinho e no pau dele , e falou vai doer um pouquinho mas depois voce vai gostar .. e veio pra cima de mim . encaixou seu pau no meu cuzinho e foi forçando , nossa na hora q começou a entrar eu comecei a gritar dizendo q nao queria mais , que estava doendo . ele falou vc quer sim vc vai aguentar meu cacetao todinho neste cuzinho sim vc nao queria dar ?? agora vai dar sim e soltou seu corpo em cima do meu e eu senti meu cuzinho sendo rasgado . tentei fugir ele me segurou . com uma mao tapou minha boca e falou vou por tudo no seu cuzinho minha putinha , e foi empurrando aquele pauzao todo . nossa cada pedaço q entrava parecia que estava estalando algo parecia que meu cuzinho estava arebentendo 
, eu comecei a chorar , mesmo a sim ele não parou . enfiou tudo ate eu sentir seus pentelhos bater na minha bundinha . ai ele falou ta vendo , não falei q vc aguentava , agora relaxa que ja ta tudo dentro da sua bundinha .. e começou a bombar . dizendo q meu cuzinho era maravilhoso que eu era sua putinha manhosa , e foi aumentando o ritmo . até q ele soltou um grito e falou toma leitinho no cuzinho toma .. eu ja não tinha mais forças .. ele saiu de cima de mim eu ainda estava chorando e ele falou .. depois disto vc vai me agradecer . me deu um beijo vesti minha roupa . ia descendo do caminhão ele segurou no meu braço e falou daqui a 15 dias estou de volta e sei que você vai contar os dias pra vir dar seu cuzinho pra mim de novo .. desci do caminhão todo arrombado . fiquei uns 4 dias com dor na minha bundinha . depois de cinco dias comecei a contar os dias pra ele voltar e dei pra ele de novo …

Conto Erótico Caminhoneiro e o muleque

Tenho 34 anos e sou dono de um caminhão poli guindaste, que eu mesmo dirijo e sou sócio de um com caçamba.

Tenho muito trabalho, moro num bairro modesto da cidade, já fui amigado duas vezes, com a primeira mulher fiquei 7 anos e tivemos uma filha, com a segunda 4, ela já tinha um guri e não tivemos nenhum…já estou sem uma fixa a quase 3 anos.

De jovem tive experiências com outros caras, mas só aventuras, nada que eu achasse que fosse me comprometer.

Peguei uma empreitada da prefeitura, um trabalho que vai me dar uma grana boa.

Serão 2 semanas de trabalho extra.

A vida de motorista de caminhão é solitária, procuramos ter um ajudante quando é possivel.

Tenho uma vizinha, que posso chamar de amiga, que tem 3 filhos um deles esta na idade que ela chama de difícil, com medo dele ficar atoa na rua, fumar e beber com 16 anos, ela sempre procura uma atividade pra ele.

Então, ela me perguntou se ele não poderia trabalhar comigo.

Ai, lembrei que seria bom ter um ajudante neste momento já que teria que trabalhar dobrado.

Ele iria me auxiliar neste trabalho pela manhã, ele estuda a noite.

O trabalho começa muito cedo, é bom chegar antes da 6 da manhã, porque se vc fica por último, pega menos carregamentos.

Ele foi lá conversar comigo, o Tiago, já o tinha visto pela rua, mas nem tinha prestado atenção no muleque.

Ele tem, um pouco mais de 1,70m, deve pesar 63 kg, moreno, rosto bonito e liso, cabelos curtos, corte de boy.

Perguntei se tava interessado, disse que sim, me pareceu muito timido, tinha um olhar pra longe.

Falei que teria que levantar muito cedo para me acompanhar, ele disse que não tinha problemas.

Na segunda-feira, começou comigo, teve que levantar as 4:30 da manhã, porque o trajeto até o local do trabalho era longo. Chegou todo bem vestido com aquela roupas de boy…disse, olha que vamos transportar terra vermelha…ele falava pouco, na verdade tava era com sono.

Quando começamos a viagem, ele começou a cochilar, de repente, sua cabeça caiu sobre os meus ombros, falei acorda “muleque”! Deu um sorriso, mas não durou muito, logo depois tava dormindo de novo e caind0 sobre os meus ombros…pesou tanto que foi inconscientemente, procurando mais conforto, passando pelo meu peito, até se ajeitar e deitar nas minhas pernas, quase chegando no meu colo.

Eu trabalho, de bermuda, procuro ficar mais confortável possível, as vezes ficamos em lugares muito áridos e quente.

Eu sou magro, tenho 1,75m, peso 76kg, tenho cabelos curtos, escuros e cheios, tenho pelos no peito, barriga e pernas, sou peludinho, fios grossos e longos, tenho um bigode e tenho olhos verdes escuros, discretos. Sou um cara de boa aparência, rosto mais afinado. Minha pica tem 15 cm, fina, cabeça rosa exposta e tenho muitos pentelhos e saco peludo.

Essa cabeça dele quase no meu colo, pela manhã, me deu um certo tesão, fiquei de pau duro. Deixei ele dormir um pouco no meu colo, depois o acordei de novo.

Passamos uma parte do dia juntos, deixei-o por volta das 16 horas na casa dele.

Na outra manhã, fomos cedo novamente, não achei cueca limpa e fui de bermuda sem cuecas mesmo.

Não é que acontecu a mesma coisa, o garoto dormiu de novo, sendo que desta vez deixei ele acomodar bem sua cabeça no meu colo…um tesão danado…ele respirava sobre o meu pau, não aguentei e pus meu pau pra fora da bermuda, ajeitei a cabeça dele de forma que enconstava o nariz e a boca no meu cacete.

Ajeitei mais um pouco, deixando a cabeça da minha pistola bem nos lábios dele…para minha surpresa, não é que começou me lamber…quando digo lamber, foi como se fosse uma chupeta…parecia fase oral do garoto…aos poucos, fui acertando a cabeça do meu pau dentro daquela boquinha…ele com os olhinhos fechados, parecia que mamava e sonhava e eu dirigia e delirava com aquela situação.

Diminui bem a velocidade, para ir curtindo aquele sensação.

Meu pau começou a babar, coloquei o braço sobre parte do pescoso e ombros dele, de forma que a cabeça dele não se removesse dali.

Já tinha quase meia hora que aquilo estava acontecendo e já estavamos chegando e comecei a fazer um movimento, de leve, com os quadris, de baixo pra cima…senti que ia ejacular…gozei forte, muito naquela boquinha…um pouco da minha porra voltou…eu estava satisfeito e apreensivo com aquela situação.

Procurei acordá-lo, pois, tinha que fazer as manobras para estacionar. Ele acordou, parecia que estava dormindo mesmo pesado…eu nem acreditava…

Passei o dia todo om aquilo na cabeça.

Fiquei, mais atencioso com ele, mais carinhoso também, ele era muito bom de lidar, tinha uma conversa de homem.

Tava louco para comer aquela bundinha gostosinha, de muleque.

Então, surgiu uma oportunidade, começaria uma obra, em uma estrada próxima, no sábado pela manhã, perguntei pra ele se topava ir pra lá na sexta a noite, dormiriamos por lá e estaríamos bem cedo na obra.

Ele topou.

Lá perto, tem uma parada, hotel, motel, bar, restaurante e aquelas prateleiras com vários produtos, tipo roupas, dvd’s e outras bugigangas. Peguei ele olhando para umas cuecas, aquelas que os boys gostam de ficar exibindo com aquelas calças caidas.

Falei , quer comprar, pega ai…ele se animou e paguei, ficou feliz com o presente.

Fomos pro hotel, chegamos lá no quarto, tinha duas camas de solteiro, começamos a tirar a roupa, perguntei pra ele não vai experimentar as cuecas novas?

Ele só fez afirmativo com a cabeça, tirou a calça e virou de costas para, deixando eu ver aquela bundinha lisa, bonitinha e gostosinha, fiquei louco.

Eram duas, experimentou a preta primeiro e perguntei não vai experimentar a branca…quando retirou a primeira, virou de lado de forma que vi seu pau duro. Olha, uma pistola morena, grossa e com certeza maior que a minha.

Eu já estava de cueca, falei já meio atrapalhado pelo tesão, ficaram boas , né?

Respondeu sim…como ele usou a cama para por a mochila e o embrulho, sugeri imediatamente, que dormíssemos na mesma cama, deixando a outra para por nossas coisas…ele não me contrariou, vestiu novamente a cueca azul desbotada de elástico frouxo e veio pra cama que eu estava.

Apaguei a luz e deitei do lado dele, já passando meu braço pelo seu pescoso, no qual não relutou.

Virou as costas pra mim, instantaneamente o abracei por trás…já encoxando bem de leve aquela bundinha.

Passei a mão no seu pau que tava bem duro, apertei mais o meu na bundinha dele.

Comecei falar coisas desconexas, como”perai” e fui abaixando a cueca dele e a minha.

Enviei meu pau entre o reguinho dele e as pernas.

Tava no tesão danado, afim de comer logo ele.

Meu cacete começou babar muito, procurei mirar no cuzinho, mas de nada adiantou, não era suficiente, o virei de bruços e forcei um pouco, mas também nada, assim, abaixei e lambi aquele reguinho, aquele cuzinho, deixando bem molhado e tentei de novo, mas nada, era muito apertado.

Fiquei, então só cutucando com a cabeça do meu pau na portinha e veio sensação de gozo, comecei a gemer e esporrei muito no reguinho dele.

Sai de cima dele e ele quis levantar também , segurei ele um pouco e fui tentar limpar minha porra que estava na bunda dele.

O trabalho iria continuar na segunda pela manhã, fiz de novo a proposta pra ele de irmos no domingo a noite e dormirmos lá. Ele topou, novamente.

Depois do mesmo ritual, viagem e lanche, fomos pro quarto e ele estava mais a vontade, foi tirando a roupa e estava usando uma das cuecas que ganhou de presente.

Falou que as meninas gostavam de vê-los usando aquelas cuecas. Então, brinquei é a cueca da paquera, ele confirmou.

Desta vez sem desculaps já fomos para mesma cama, sendo que ele deitou de bruço, só de cuequinha.

Fiquei louco de tesão e já fui deitando sobre ele, eu também estava de cueca.

Comecei beijando o nuca dele, tentei a boca ele desviou, fui pras costas até a bundinha.

Passei o nariz, retirei a cueca toda dele e deitei de novo em cima dele.

Comecei a pincelar minha pistola no reguinho dele, levantei e peguei o gel, desta vez eu estava mais preparado, ele olhou pra ver o que eu estava fazendo, passei gel no meu cacete e dei uma dedada de leve no cuzinho dele.

Mirei minha pistola na portinha e forcei, ele gemeu e a cabeça passou da portinha…muito gostoso.

O cuzinho dele era muito apertado, nem dava para bombar, se o fizesse, teria que forçar muito e poderia doer muito tambem…consegui colocar tudo e quase não mexia, era um vai e vem bem curto e leve lá dentro.

Sentir que iria começar a gozar e gozei…comecei a rezar um terço..”ai meu deus, ai meu deus do céu, nossa senhora, putaquepariu…”e esporrei muito e longamente dentro daquele cuzinho…fiquei mais um tempinho lá dentro ainda. Tirei e o abracei e dormimos.

Passei a semana toda querendo mais, mas ele tinha outras tarefas e não ficava dando mole.

Procurava outra oportunidade para comer aquele muleque…até que surgiu…no sabado teria um show de umas duplas sertaneja no parque de exposições de uma cidade próxima, perguntei se ele topava ir, topou.

Lá nos divertimos e tomei algumas, na hora de voltarmos, já estava tarde, ai falei pode dormir lá em casa?

Ele disse sim, minha mãe tá sabendo que deveriamos chegar tarde, não vai ter problemas.

Chegando em casa fomos tomar banho, mandei ele ir primeiro depois entrei no box também.

Ele ja´tava com cacete meia bomba e eu também.

Nos enxugamos e eu o ajudei enxugar, fomos peladões pra cama.

Na cama fui logo tratando de abraçá-lo e ele retribui o abraço…virei ele de bundinha pra cima e e fui logo metendo a lingua naquele cuzinho, cheirosinho que tinha acabdo de ajudar lavar.

Tava com tesão demais e não queria enrolar, queria meter e muito nele.

Desta vez, com conforto, tava em casa, poderíamos ficar mais avontade.

Falei, menino voce tem um pauzão, hein? Maior que o meu…ele riu e completou e mais grosso também…falei oh, sem abusar…e rimos.

Depois que lambi bem, comecei a posicionar a cabeça do meu pau…passei gel e foi entrando…ele gemeu..gememos e entrou tudo, tava dando pra bombar um pouco mais que da primeira vez…ele estava arfando e eu gemendo…já estava a um tempo fudendo quando ele perguntou se iria demorar pra gozar…falei que quando bebia demorava mesmo…comecei subir a cabeça do meu pau até quase tirar e enviava tudo de novo… a cabeça da minha pistola começou inchar e comecei a gozar , esporrei muito dentro daquele cuzinho…fiquei um tempão ainda lá dentro, meu pau não baixava…

Nossos encontros durarão por tres meses…depois ele arranjou um emprego de telemarketing e preferiu.

Fomos nos vendo cada vez menos…confesso que bato umas até hoje pensando nisso.

Abração a todos.

COM O TIO CAMINHONEIRO

Fala rapaziada, meu nome é JR, tenho 21 anos, moro no interior de SP. Esse é meu 1ª relato de uma bela foda, que aconteceu há uns 4 anos. Tenho um tio, irmão da minha mãe, caminhoneiro, ele tem hoje 41, é muito gostoso, jeitão de macho, forte, queimado de sol, do tipo que sempre está de regata ou simplesmente sem camisa. Ele tem uns 1,80m, uns 75 kg, cabelo ondulado com as laterais ficando grisalho, duas tatos: uma carpa no abdômen e uma arraia na panturrilha … sempre achei um pedaço de mau caminho. 
Como disse, o tio “Miguel” (troquei o nome, é claro) trabalha transportando cargas para várias regiões do país, assim como o meu vô, pai dele. Em um mês de Julho, minhas férias do 2ª ano do ensino médio, pedi para ir com ele para o Sul, em uma viagem de 19 dias (contando ida, descarga e volta), ele disse que sim, que seria legal ter companhia e me ensinar a profissão. Minha mãe ficou com medo, pois estrada é perigosa, mas deixou.
Saímos de Rio Claro no dia 02, bem cedo, pegamos a estrada com destino a Santa Maria-RS. Sempre nos demos muito bem, éramos muito íntimos, ele sempre me contava das namoradas (ele era divorciado, com 1 filho apenas), das escapadas etc. Eu fazia o mesmo, é claro, numa proporção bem menor, já que não tinha muita experiência na época. Fomos conversando, sobre a pista, coisas engraçadas que aconteceram. A certa altura tio Miguel começou a falar das putas da estrada, de como eram muitas, e que na região sul eram lindas, cheirosas e “apertadinhas”. Me contou que certa vez estava, quando era casado, estava na estrada há 19 dias, sem ver xana, tava com o pau latejando, dirigindo com o caralho duro todo o tempo, batia uma punheta a cada 4 horas e nada do tesão dar trégua. A noite, parado no posto, se preparando pra dormir, ouviu uma batida na porta do caminhão. Abriu, com medo, pois poderiam ser ladrões, mas eram duas garotas, aparentando uns 19 anos. Estava quente e elas vestiam roupas muito curtas, disse ele. Perguntaram de cara se ele queria uma foda. Ele não pensou duas vezes, pegou as duas e levou pra boleia. Tirou a roupa das duas e chupou suas xanas por uns 30 min. Depois elas retribuíram e chuparam seu pau juntas, um pau de uns 19 cm, mas grosso, com uma cabeça rosa perfeita. Depois ele contou que comeu as duas, fodeu forte, encheu a xana da mais peituda de porra. Recebeu uma chupada e depois gozou na boca da mais magra, mas que segundo ele, tinha uma xana super cheirosa. Uma delícia.
Depois desse relato, fiquei de pau duro, não tinha como não ficar. Imaginar meu tio gostoso, fodendo duas “gurias” so sul, no mesmo caminhão em que viajávamos. Mudamos de assunto por ai.
Depois de 2 dias de viagem, paradas e pernoites na boleia, numa noite, estávamos dormindo, por volta das 3h, quando ouvimos uma batidinha na porta. Meu tio foi dar uma olhada e era uma mulher, super bonita. Se oferecendo (ísso é muito comum nas estradas). Ele me olho sem graça e falou que queria dar uma gozada. Pediu pra eu voltar a dormir e saiu com a mulher. Ficaram do lado de fora, no escuro, apenas sob a luz da lua, cor azulada, e alguns postes ao fundo, entre os vários caminhões. Estava frio, mas eles nem ligaram. Sei disso pq não consegui voltar a dormir. Fui para o banco da frente e fiquei espiando pelo retrovisor.
A puta se ajoelhou e desabotoou o short do titio, fazendo aparecer aquele caralho bonito e já duraço. Mamou o caralho uns 19 min. Uma hora dessa eu já tava de pau duro, vendo aquela cena. Não demorou e o tio tirou a camisa e a bermuda, ficando peladão entre os ônibus. Tirou a roupa da puta (que era gostosa), deu umas lambidas na xana dela e se posicional pra meter. Nessa hora vi que ele estava fora de controle, pois não vi, em momento algum ele vestindo a pica com borracha. Encostou a piranha na lateral do caminhão e meteu na xana (eu acho, pode ter sido no cuzinho) começaram num vai e vem frenético … eu tava quase gozando só de ver. Meu pau tava rasgando a minha cueca boxe. Fiquei ali vendo meu tio foder a puta gostoso, com cara de quem queria foder até morrer. Os gemidos eram muito gostosos, me deixavam ainda mais louco. Comecei a me punhetar gostoso, mas logo ouvi um gemido mais forte e meu tio falando pra vadia que ia encher ela de porra. E assim ele fez. Ficaram assim mais alguns segundo e elo se vestiram. Ela foi embora e ele voltou pro caminhão.
Ou ver a cena, fiquei com medo dele descobrir que fiquei batendo uma vendo ele … e voltei correndo pra boleia. Nem consegui gozar e meu pau latejava, deixando a cueca molhada.
Meu tio entrou, tirou a camisa e deitou no meu lado (estávamos dividindo um colchão de casal) se cobriu com o edredom. Fiquei calado, fingindo dormir. Ele, sem querer, se mexeu e esbarrou no meu pau, duraço. Se assustou e começou a me Zuar:
– Caralho JR, vai dormir com essa tora apontada pra mim mesmo.
Fiquei muito sem graça e resolvi Zuar pra descontrair:
– Ah tio, vc tava comendo a puta, deve ter gozado gostoso, mas e eu? Tava escutando a gemação. Fiquei de pau duro. Coisa de macho.
Ele riu e concordou. Depois disse:
– Mas e a e, quer come-la também? É só chamar a biscate. Ela tá aqui pra isso. Quer?
– Não tio, tô de boa.
– Ah moleque, vai ficar de pau duro, faz mal. Bate uma pelo menos. – disse meu tio.
– Mas aqui? Com você do meu lado? Tá brincando. Não consigo.
– Para de ser viado rapaz. Macho curte bater uma com os amigos. Não liga pra isso não.
Não pensei duas vezes, tirei meu pau de lado, na cueca, cuspi na mão e comecei a me punhetar, bem rápido. Não tinha como disfarçar o balançar do colchão e o barulho de pau sendo descabelado.
Me surpreendi quando percebi que o tio Miguel estava abaixando o short e punhetando também.
Ele disse que a vontade tinha voltado.
Ficamos um do lado do outro. Nos masturbando. No escuro.
De repente um caminhão para na nossa frente com os faróis acesos. Iluminando o teto da boleia e deixando a cabine mais clara. Nisso vi o belo caralho do titio, e não consegui parar de olhar. Estava hipnotizado, encarando mesmo. Quase gozando.
Ele percebeu e ficou meio cabreiro, mas não parou.
Punhetava aquele pau, que já estava vermelho meio esfolado da foda com a puta.
Começo a se exibir pra mim.
Não consegui controlar e gozei gostoso, mandando porra pra tudo quando era lado. Um dos jatos acertou a cabeça do pau do meu tio. Outro na cara dele.
Ele assustou, mas acabou rindo e dizendo que eu tinha uma boa gozada. Dai ficou sério e falou que eu teria que limpar o que sujei.
Dei risada, afinal pensei que fosse brincadeira, mas não.
Peguei um papel e fui limpar seu rosto, ele segurou minha mão e disse:
– Lambe. Macho que é macho não tem nojo da própria porra.
Fiquei sem graça mas passei a minha língua no seu rosto, parando bem próximo da sua boca.
Ele riu e olhou pro pau dele, latejando e todo melado com o meu jato de porra e com o melado dele.
Dai segurou minha cabeça e me colocou de cara com o seu pau. Tive um pouco de nojo, mas na hora me deu um tesão e eu cai de boca no caralho do titio.
Chupava gostoso, passava minha língua na cabeça deliciosa daquela pica. Limpei tudo e quando fui levantar ele me segurou dizendo que o serviço não estava completo.
Deu uma suspirada e enchei minha boca de porra.
Porra quente e grossa. Delícia.
Mandou eu engolir. E disse que eu era a puta dele.
Depois disso fodemos gostoso. Mas isso fica para o próximo relato.
Sou de Rio Claro, mas estou morando em Campinas-SP, estudando. Adoro caras maduros, que adorem chupar um belo caralho e levar vara na bunda. 

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A primeira vez com um caminhoneiro (verídico) conto erótico enviado

vou relatar algumas aventuras na BR 101 Sul em SC. Foi o começo para que eu pudesse relatar agora o que aconteceu neste ultimo domingo durante a madrugada. sempre me exibia para os caminhoneiros em pontos da BR 101, até então apenas fica nú dentro do carro durante o dia. Minha ousadia começou no incio deste ano, quando comecei a ficar totalmente nu do lado de fora do carro, isso claro em horários de pouco movimento, como tarde da noite e durante a madrugada. Pois bem, neste ultimo sábado para domingo, fui ate a localidade de Içara num trecho da rodovia onde nao existem muitas casas. como no trecho a uma passagem para os veículos fazerem o retorno, fiquei justamente na saída dela, praticamente o meu carro ficava rente a pista principal, local ideal para um bom exibicionismo. Olhando pelo retrovisor eu tinha a visão dos veículos que estavam se aproximando, então sempre que era um caminhão e saia do carro totalmente pelado e fazia minha exibição. claro que recebia algumas buzinadas de uns, e outros nem ai. Por volta de meia noite e meia, eis que vejo surgir no retrovisor apenas um caminhão vindo na pista, sem outros veículos por perto. Como o motorista vinha em baixa velocidade, ficou fácil para ele me visualizar no acostamento. Sem que eu esperasse o mesmo deu sinal de luz e foi para o acostamento. entrei para dentro do carro num misto de medo e tesão, afinal poderia ser algum que não gostasse da ideia e poderia querer tirar satisfação. Ele ficou parado no acostamento, enquanto eu emparelhei o carro. Ele com o vidro baixado eu perguntei se ele estava sozinho, disse que sim. coloquei meu carro em frente ao caminhão, e o motorista vei atá mim. O safado ja chegou na janela dando uma mãozada no meu pau que estava duro, haja visto que eu estava pelado ali na frente dele. Ele era do RS e estava indo para SP, me disse que estava louco por uma brincadeira. Foi minha noite de sorte. Combinamos de sair dali e ir para o estacionamento de um posto de gasolina onde ficaríamos a vontade.Lá fomos nos. Paramos em um posto as margens da BR em Jaguaruna. Ele estacionou num local mais afastado dos outros caminhões e eu do lado dele. Fui ate a cabine onde o mesmo já estava fechando a cortina. Entrei, conversamos um pouco e começou a putaria. O cara deveria ter entre 36 ou 38 anos de idade, barba por fazer, peito peludo e uma vara que nunca tinha visto antes, grossa e comprida. Me disse ele que curtia tudo, enquanto eu tirava minha roupa. Pronto, estávamos os dois sem roupas dentro do caminhão. O safado começou a me chupar e depois eu o chupei, ficamos assim por muito tempo, inclusive saímos fora do caminhão tbm. Para terminar ele pediu para ver minha bunda, nao exitei e fiquei de quatro pra ele no banco. O gaúcho então lubrificou com a própria saliva e tentou meter aquele caralhao, mas sem chance: um que estávamos sem camisinha e outro que era muito grande mesmo. ficamos assim por um bom tempo ate que ele anunciou que queria gozar na minha bunda….que delícia sentir aquele leite quente saindo aos litros. O safado ainda me limpou todo com papel que havia no caminhão, e depois ficou me acariciando enquanto eu gozava…foi inesquecível esta noite. depois nos vestimos e ficamos conversando. Me disse ele, que sempre rola essas brincadeiras com caminhoneiros. Pedi se gostaria de trocar numero de celular para contato, ele disse que nao, o que nao forcei, até pq é um direito dele. Se mais alguém curte essas brincadeiras vamos manter contato. E se vc for caminhoneiro e estiver afim, faça contato tbm. Sou separado, 45 anos, nao afeminado, apenas homem que gosta de homem.
Abrços !
E-mail: sexocaminhoneiro@gmail.com